domingo, 1 de dezembro de 2013

O mês mais esperado chegou.

Finalmente o mês mais esperado do ano chegou, o mês do pequenino.Estou mega ansiosa com o aniversário dele, já estou ajeitando tudo para a festinha. Estou tomando conta de cada detalhe para que seja tudo perfeitinho e muito especial.
Cada dia que passa ele está mais sapeca e levado. Já fica em pé sozinho, se levanta sem apoio e já deu alguns passinhos. 
Esse ano passou mega rápido. E pensar que neste mesmo dia ano passado, eu estava com uma mega barriga, até pensaram que estava grávida de gêmeos.

Foto tirada dia 04/12/12. Estava tão linda. Que saudade.

O natal deste ano será o melhor de todos que já tivemos até hoje, pois estaremos com o melhor presente que Deus poderia ter nos dado, nosso filhote (o meu Grudinho) <3
E a partir deste ano todos os nossos natais terão um brilho a mais e serão mais felizes.

Grudinho, a mamãe e o papai te amam mais do que tudo no mundo. Você chegou para nos ensinar o que é o amor puro e verdadeiro.

domingo, 24 de novembro de 2013

Alergia a peixe

Olá mamães, tudo bom? Sei que estou em falta com as postagens, mas estou enrolada com os preparativos da festinha do meu gatinho.
Bom, há 1 mês atrás decido dar peixe para o meu filhote.
Comprei filé de linguado todo limpinho e fatiado, coloquei para cozinhar junto com a papinha e peneirei tudo junto. Ele amou, comeu a papinha toda, porém no dia seguinte ele fez cocô mole em grande quantidade e ficou com algumas bolinhas vermelhinhas na lateral dos pezinhos. Dois dias depois dei peixe novamente e no dia seguinte teve a mesma reação. Liguei para a pediatra contando o que houve e ela disse que ele pode ser alérgico a peixe. 
Será que o pequenino é mesmo alérgico ou foi só coincidência? Espero que tenha sido só coincidência, já que peixe faz bem a saúde.
O seu baby também é alérgico a alguma coisa? Conte nos comentários aqui do blog.

Vou tentar postar com mais frequência, mas o pequeno toma todo meu tempo, ai não sobra para fazer muita coisa. rsrs.

Beijos

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Usar ou não usar andador?

Olá mamães, tudo bom?

 Hoje vou falar de um assunto que é muito discutido entre mamães e pediatras, o uso do andador. Não sei vocês, mas eu não gosto e nunca gostei de andador e não comprei para o meu filho, que tem 10 meses e está quase andando e engatinha pela casa toda sem problemas. Na minha opinião o andador só finge ajudar a criança a andar, pois ela na verdade não está andando, está impulsionando o corpo para frente e isso faz o andador se mover. Acho que fora dele, a criança não conseguirá andar do jeito correto. 

No dia 04 de agosto de 2013, apareceu uma matéria no Fantástico que mostrava o Inmetro fazendo testes em 10 marcas de andadores (Angel, Burigotto, Chicco, Cosco, Dardara, Divicar, Galzerano, Hércules, Philpoo e Baby Siclos) e pasmem, TODAS essas marcas foram reprovadas.
No Brasil não existe uma regulamentação para andadores infantis, por isso o Inmetro usou os critérios usados pela União Européia.
Vou postar o link da matéria e lá tem o vídeo mostrando quais foram os testes feitos e quais marcas foram reprovadas em cada um. http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/08/inmetro-reprova-todas-marcas-testadas-de-andadores-infantis.html


"Dados da Academia Americana de Pediatria apontam que 30% das crianças que usam andador sofrem acidentes sérios. Existe um consenso médico de que se deve evitar o uso, pois a tendência é que a criança acabe perdendo a chance de engatinhar e desenvolver a noção de espaço, além de não poder testar sua capacidade de equilíbrio. 

 Os médicos insistem que os pais deixem as crianças passarem pelas fases de desenvolvimento naturalmente, evitando o uso do andador. Ainda assim, se insistirem em utilizá-lo, algumas regras básicas devem ser seguidas.
A criança deve ser apresentada ao andador somente quanto estiver sentando corretamente.    Esta medida tem por objetivo evitar a sobrecarga de peso sobre o tronco. Além disso, o ideal é deixar o bebê o menos tempo possível no andador e intercalar períodos: engatinhar, colo e andador. 
 Observar se o andador possui barras laterais é fundamental para diminuir as chances de possíveis acidentes. A regulagem correta da altura do assento e o comprimento das pernas da criança, também deve ser efetuada pelos pais"

"Em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, desde 2010 o uso de andadores por crianças em creches e escolas públicas é proibido. Isso ocorreu depois da morte de uma criança de 10 meses, que caiu enquanto usava um andador. Rui Wolf, o pediatra que atendeu à criança, entrou com denúncia no Ministério Público, que em seguida recomendou que a prefeitura proibisse o uso do equipamento. “A venda de andadores deveria ser proibida em todo o Brasil”, diz Wolf.
Geraldo Henrique Soares, pediatra professor da Faculdade de Medicina de Botucatu e que já atendeu muitas crianças que sofreram acidente envolvendo andadores, acredita que o equipamento mais propicia acidentes do que ajuda no desenvolvimento infantil.
“Eu acho que o pai estimular a criança e respeitar as fases dela é que vai favorecer o desenvolvimento da criança. Muitas vezes a criança ainda não tem condições de suportar nem o próprio peso e, usando andador, ela não vai ter condições de manter a posição ereta quando vier algum obstáculo”, diz Geraldo, acrescentando que muitas vezes a criança muito pequena pode ter lesões nas articulações e na musculatura pelo uso de andador."
Fonte: 
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-21/pediatras-fazem-campanha-contra-uso-de-andadores-para-bebes



Kisses e até o próximo post

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Alergia ao Aptamil

Olá mamães.
Há mais ou menos 1 mês comecei a dar leite artificial para o meu filho, pois meu leite estava bem pouquinho. No começo dei NAN Confort 3 e ele não gostou muito do leite puro, então eu batia com alguma fruta e ele tomava. Quando as duas latas acabaram, eu comprei o Aptamil (recomendação da pediatra). O pequenino aceitou bem pq ele parece ser mais docinho. 
Desde que começou a tomar o Aptamil (há 1 semana), meu filho não estava rejeitando todas as papinhas, mas tomando bem o LA. Associei a rejeição ao fato dos dentinhos estarem nascendo e quando isso ocorre ele não come bem. Durante a semana que ele estava tomando o LA, reparei o aparecimento de algumas manchinhas vermelhas nos antebraços do pequenino, mas pensei que era continuação da brotoeja e não dei muita importância.
Ontem ele teve diarréia e dor na barriga. Liguei para a pediatra contando tudo e ela disse que poderia ter sido a mudança de leite e falou para voltar para o NAN.
Até pensei que ele fosse alérgico a leite de vaca, mas se fosse teria reação com o NAN tbm.
Hoje ele está bem melhor, graças a Deus. 

Alguma mamãe passou por algo parecido? Conte nos comentários.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Tomando leite artificial.

Depois de 9 meses, meu filho começou a tomar fórmula, mas com frutas e aveia como se fosse vitamina. Primeiro eu dei o NAN confort 3 e ele não aceitou muito bem, só tomava se fosse com fruta e mesmo assim não tomava tudo. Agora passei a dar Aptamil confort 3 e ele aceitou melhor, toma tudinho e seja com fruta ou puro. 
Nunca precisei dar leite artificial, pois tive leite suficiente para amamentar exclusivamente até os 6 meses e depois quando ele queria, mas o meu leite já não estava alimentando ele direito e por conta do nascimento dos dentinhos, ele não estava comendo papinha como deveria. Devido a isso ele não ganhou peso como deveria e fiquei preocupada.
Quando pensei em dar vitamina para ele, pensei no Leite Ninho, mas a pediatra disse que ele ainda é muito novinho para isso e me indicou fazer com LA. 
Outro motivo de não ter dado LA antes é que ele nunca aceitou mamadeira e quando passei a dar o LA ele não aceitou de cara, mas depois foi se acostumando.
Agora a rotina  dele é a seguinte. (Nem sempre consigo seguir a risca, pq tem vezes que ele não quer comer alguma coisa, ou está dormindo na hora da papinha)

  • 07:30 - Acorda
  • 08:00 - Banho
  • 09:00 - Papinha doce
  • 10:30 - Mamadeira e depois dorme.
  • 13:30 - Almoço
  • 15:30 - Mamadeira e depois dorme.
  • 18:00 - Banho
  • 19:00 -Jantar
  • 21:00 - Mamadeira e depois dorme
  • 04:00- Mamadeira e depois dorme.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A fonte está quase secando

Olá mamães, hoje o post é um pequeno desabafo.
Estou muito triste, pois meu leite está secando. Depois de quase 10 meses amamentando, sendo os 6 primeiros exclusivamente, acho que não vou conseguir amamentar até 1 ano do meu pequenino. Amo amamentar, me sinto realizada.
Quando amamentava me sentia mega importante, pois fazia algo para o meu bebê que ninguém mais poderia fazer por mim. Sei que é a ordem natural das coisas e que ele está crescendo, mas queria pode amamentar até o primeiro aninho.
Alguma mamãe está passando por isso também? O que estão sentindo?

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O sexto mês: Mês das mudanças. Parte 2: Primeiros dentinhos

Toda a mãe sonha com seu filho com o sorriso cheio de dentinhos, mas não imaginam como isso é complicado para o bebê. Para aparecem na boquinha, os dentinhos precisam "rasgar" a gengiva que encobre eles e isso causa dor, deixando o Baixinho inquieto, manhoso, babando muito, irritado e mordendo tudo que encontra para "coçar" a gengiva da região. Alguns bebê ficam com febre e até com diarreia, isso é porque o organismo está passando por um processo diferente do habitual e reagi assim como uma forma de defesa.
Meu filho tem 9 meses e 4 semanas e já tem 6 dentinhos, sendo que dois deles estão "saindo" agora e isso está deixando ele muito irritado e atrapalhando na alimentação, pois por causa do incomodo ele não come papinha direito, já que a colher encosta na região. Ele só está mamando e tomando suquinho, e isso me deixa preocupada se ele vai ganhar peso ou não.
Os primeiros dentinhos do meu filho começaram a nascer quando ele completou 6 meses. Meu marido e eu imaginávamos que era por causa dos dentes, mas não sabíamos o que fazer e tentávamos de tudo para ele comer direitinho. 
Isso aconteceu justamente na época da introdução das papinhas, então pensamos que ele não estava comendo bem porque não tinha se acostumado, mas na verdade era por causa dos dentinhos. Só quando eles apareceram que o pequenino começou a comer as papinhas.
Sempre que algum dente está para nascer é um tormento, ele não quer comer e eu fico agoniada achando que ele está doente (já penso no pior. rsrs).

Aqui segue uma tabela mostrando a cronologia da erupção dentária. Caso seu filho não esteja na sequencia certa, não significa que tenha algo errado com ele. Existem várias tabelas e cada uma mostra uma idade diferente e isso pode confundir na hora de verificar se os dentes do seu filho estão nascendo no tempo certo. Nem toda criança tem a cronologia certinha, uns são mais precoces do que outros.






domingo, 20 de outubro de 2013

Brotoejas, as vilãs do verão

Ontem a noite o pequenino sofreu bastante com essas benditas brotoejas. Ele chorava muito a ponto de gritar, mas eu não imaginava que era por causa disso. Pensei que ele estava com cólicas ou que era por causa dos dentinhos que estão nascendo. Meu marido que me disse que poderia ser por causa das bolinhas no pescoço. Demos um banho, passamos uma pomadinha recomendada pela pediatra e deixamos o pequenino dormir apenas de fralda e com ventilador ligado. Ele dormiu super bem e acordou com quase nenhuma bolinha. Brotoeja coça muito e como ele ainda não sabe coçar, a melhor forma de se expressar mostrando que algo estava incomodando foi chorando muito.
Hoje demos banho com maisena e parece ter aliviado bastante e ele está só de fralda em casa, vamos ver como ele passará o dia.
Ele transpira muito, nos dias que esteve frio aqui no RJ (algumas semanas atrás), ele acordava com a roupinha úmida de tanto suor.
Se em dias frios ele transpira tanto assim, não quero nem imaginar como será no verão. Vou providenciar um ar-condicionado para ele não sofrer tanto.


Quando eu era pequena, lembro de ir para a escola com o pescoço todo branco de maisena por causa das brotoejas e que elas coçavam bastante.

Afinal, o que são essas bolinhas que afetam as crianças no verão? Como cuidar e evitar?

A brotoeja surge devido ao calor, em áreas do corpo onde há muito contato com a roupa, como o peito, a barriga, o pescoço, a virilha e o bumbum. Se a criança usar chapéu ou boné, a brotoeja pode aparecer até no couro cabeludo e na testa, e de vez em quando também no rosto (com frequência junto com a dermatite atópica, ou às vezes confundida com ela). 

Há algum perigo na brotoeja?

Não, mas ela é sinal de que a criança está com calor demais. Se ela não se refrescar, pode ter problemas mais sérios, como a insolação. 


O que provoca a brotoeja?

Quando faz calor, a criança transpira para diminuir a temperatura do corpo. A brotoeja aparece quando o suor entope os poros da pele e fica impedido de sair. (Os bebês novinhos ficam especialmente propensos às brotoejas porque seus poros são menores.) 

O uso de roupas apertadas ou quentes demais também pode colaborar para o acúmulo de suor, agravando a irritação. A brotoeja também pode aparecer quando o bebê tem febre, porque ele transpira mais. 

A criança sente dor?

A brotoeja não costuma doer, mas pode coçar bastante. 

Qual é o tratamento?

Antes de tudo, refresque seu filho. Afrouxe ou tire as roupas dele e o leve para um ambiente arejado e à sombra. Em seguida resfrie as áreas afetadas com paninhos molhados. Um banho bem fresquinho, até com maisena na água, pode ajudar. Em vez de secá-lo com a toalha, deixe a pele secar sozinha. Deixar a criança pelada por algum tempo também pode ajudar. 

Não passe cremes sem a orientação médica, e muitíssimo cuidado com o uso de talco. O talco tem partículas muito finas que podem ser inaladas por acidente pelo bebê, ficando presas nos pulmões dele. 

Prefira maisena ou produtos à base de maisena, não de talco, porque o pó do amido de milho tem partículas maiores. Mesmo assim, não passe nenhum pó perto do rosto do bebê e mantenha o recipiente fora do alcance das mãozinhas dele. 

Não use amaciante nas roupas do bebê, preferindo apenas o sabão de coco. 

Como evitar as brotoejas?

Mantenha a criança sempre fresquinha no calor, com roupas leves e largas. Embora não haja provas de que um tipo de tecido seja melhor que o outro, os dermatologistas preferem fibras naturais como o algodão, em vez de roupas sintéticas. 

Sempre que o bebê estiver suando é sinal de que está com calor demais. Mantenha-o à sombra, num lugar arejado, e dê bastante líquido para ele não correr o risco de desidratar. 
Evite o uso de amaciante na lavagem das roupas do bebê. 

Preciso levar meu filho ao médico por causa da brotoeja?

Só se ela vier acompanhada de febre alta (acima de 39 graus Celsius), ou se a erupção não melhorar depois de três dias.
Fonte: BabyCenter http://brasil.babycenter.com/a1500136/brotoeja-#ixzz2iHLhpiNZ




quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O sexto mês: Mês das mudanças. Parte 1: Introdução das papinhas

Olá mamães, hoje vou falar um pouquinho das mudanças que aconteceram quando o pequenino fez 6 meses. Introdução das papinhas e devido a isso o côcozinho também muda , o bebê aprende a sentar sozinho, o nascimento dos primeiros dentinhos, a nova rotina de alimentação. Cada mudança vou falar separadamente para o post não ficar enorme, rsrsrsrs.
Hoje vou falar de quando comecei a introduzir as papinhas e suquinhos, mas sem deixar de amamentar.
A introdução das papinhas foi complicada, pois calhou de ser junto com o irrompimento dos dois dentinhos inferiores e ele ficou irritado, enjoado e manhoso, o que atrapalhou um pouquinho.
 A pediatra dele me passou o seguinte esquema de horários.
  • 6:00 - Leite Materno
  • 9:00 - Suquinho - 100 ml
  • 12:00 - Papinha salgada
  • 15:00 - Papinha doce
  • 18:00 - Leite Materno
  • 21:00 - Leite Materno
Na hora do suquinho eu dava laranja lima pura, as vezes misturava com couve ou mamão. Ele aceitou os 3 logo de cara. Ele não gostou dos sucos de maça, pera, melancia, melão.
No almoço eu tentei dar uma papinha de cenoura com batata e chuchu, mas ele não aceitou. Na primeira colherada, fez cara feia e não abriu mais a boca, rsrsrsrs. Depois lendo vários sites, aprendi que o certo é começar a dar papinha de 1 legume por vez, para ele se acostumar com os sabores. 
Nessa fase o bebê não pode comer todos os alimentos, pois o organismo dele ainda está amadurecendo e não consegue digerir algumas coisas.

Vou colocar aqui alguns alimentos que dei para o meu filho nessa fase:


  • Banana Ouro (a Banana prata prende o intestino do bebê, essa não)
  • Mamão (Solta o intestino. Dar 2x por semana por causa do corante alaranjado natural. O nariz e a ponta dos dedos ficam laranjinhas se der em excesso)
  • Laranja Lima (a laranja pera é muito ácida para a criança)
  • Couve (ajuda na digestão)
  • Ameixa seca
  • Batata baroa (Não prende o intestino) 
  • Abóbora (ajuda na digestão. Dar 2x por semana por causa do corante alaranjado natural. O nariz e a ponta dos dedos ficam laranjinhas se der em excesso)
  • Chuchu
  • Abobrinha
  • Beterraba (1x por semana por causa do açúcar)
  • Espinafre
  • Músculo (Dar só o caldo até os 8 meses, depois dar a carne bem desfiadinha)
  • Frango (Dar só o caldo até os 8 meses, depois dar a carne bem desfiadinha)
No começo só dei isso e aos poucos eu fui acrescentando outros alimentos conforme as orientações da pediatra.

NÃO DOU NADA INDUSTRIALIZADO COMO DANONINHO OU AQUELAS PAPINHAS DA NESTLÉ (Dei umas duas vezes em caso de extrema necessidade, mas não dou mais. Achei horrível e ele detestou)

Quando saio e sei que não vou conseguir chegar na hora do almoço ou lanche da tarde, eu faço a papinha e levo dentro de um potinho.

Nunca bati a papinha no liquidificador ou em qualquer outro triturador. A pediatra sempre disse que o melhor era passar na peneira e procurando na internet, eu vi que outros pediatras aconselham a passar a papinha na peneira. Aqui vai um vídeo de como fazer isso.



Aprendi a peneirar a papinha nesse vídeo, mas não copiei a receita, pois achei com muito sal e eu raramente coloco sal nas papinhas do meu filho, quando coloco é bem pouquinho.

Por hoje é isso, espero que tenham gostado. 

Beijos 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

As terríveis cólicas.

Hoje vou falar um pouco desse tormento que atinge 9 em casa 10 babies, as cólicas. O meu pequerrucho começou a tê-las a partir da segunda semana de vida. Meu pequeno passava o dia todo sem dor, mas chegava de madrugada ele começava a chorar sem parar e encolher as perninhas. Meu marido e eu ficávamos acordados a madrugada toda tentando fazer a dor passar, mas não sabíamos muito bem como fazer. Em uma dessas crises, o levamos na emergência e a Dra disse que a causa poderia ser minha alimentação. A pediatra do parto me recomendou tomar 5 copos de leite por dia para ajudar na produção de leite materno, sendo que recém-nascido não consegue ingerir a proteína do leite e a mesma passa para o leite materno, causando cólicas.
Bom, o pequenino tem cólicas até hoje, mais as fortes mesmo foram até os 6 meses, quando passei a dar papinha (tema do próximo post).
Durante os 6 meses, meu marido e eu aprendemos algumas técnicas para amenizar a dor do nosso pequenino, que era muito forte. 

Abaixo vou descrever algumas das técnicas que usamos para amenizar a dor. 
  •  Dar um banho no balde de ofurô para bebês com água a 37 graus. Só tirar o bebê quando a água começar a esfriar. Isso é bom para bebês até os 3 meses, pois são menos agitados. Pode ser usado em bebês com 1 mês. Usei com o meu quando ele tinha alguns dias ainda.
    PS: Nunca deixe seu bebê sem o apoio das suas mãos e a água deve ficar na altura dos ombros do bebê. 


  • Dar funchicória. "Molhar" o dedo mindinho ou chupeta com o pó da funchicória e colocar na boquinha do bebê. Acalma um pouco o bebê.
  • Colocar uma fraldinha ou paninho aquecido na barriguinha do bebê e colocar o bebê encostado no colo, para ficar mais quentinho ainda. Passe o paninho com ferro, e avalie a temperatura para que não fique muito quente.
  •  Fazer massagem na barriguinha com movimentos circulares e movimento de baixo para cima.

  • O som do interior do útero acalma o bebê. Meu marido baixou o som na internet e nas crises de cólica fazíamos o pequenino dormir com o som do útero. Dava certo.


  • Dar dimeticona (luftal gotas) de acordo com as recomendações do pediatra. NUNCA dê remédio ao seu bebê por conta própria. Ajuda na liberação dos gases, amenizando a cólica.
  • Dar dipirona (novalgina) gotas para a dor.
  • Dar água de ameixa seca. Coloque 4 ameixas com água para ferver. Quanto mais tempo ferver, mais forte fica a água. Após esfriar, dê a água para o bebê. Para o meu, eu dava 1 conta gotas pequeno cheio. Ajuda o bebê a evacuar.
  • Eu deitava e deixava meu filho deitado de bruços em cima de mim até ele pegar no sono.
  • Quem amamenta exclusivamente tem que mudar a alimentação. NADA de leite de vaca, frituras, chocolate, café, chá mate, brócolis, condimentos, temperos, processados, maça, banana, batata. COMA mamão, ameixa, leite de soja, alimentos bem cozidos.
  • E para ele evacuar melhor, coloque 1 supositório de glicerina.
Bom, essas foram as técnicas que meu marido e eu usamos e espero que sejam úteis para outras mamães.

Beijinhos e até o próximo post


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Amamentação

Finalmente vou falar de um assunto que gosto muito, a amamentação. Vou falar da minha experiência e expor minha opinião em relação a alguns pontos do assunto. 
Quando eu estava grávida, falei que iria fazer de tudo para amamentar exclusivamente por 6 meses, já que isso é o correto. Por eu ter busto pequeno, as pessoas pensavam que eu não teria leite o suficiente para alimentar meu filho, mas graças a Deus eu tive bastante leite.
No começo foi complicado, pois era algo novo para nós dois e tínhamos que nos adaptar a essa nova vida. O baby mamava de 3 em 3 horas, ou até menos, então eu tinha que estar preparada para isso.
Na maternidade me ensinaram como ele tinha que pegar o bico do peito, a "pegada" certa para ele mamar direito. Sendo que até nós dois acertarmos a tal pegada, eu sofri com as dores e rachaduras nos bicos e ele ficava com fome. Quando aprendemos o jeito certo de fazer isso, as coisas começaram a fluir melhor. (só um pouquinho).

No primeiro mês doía bastante, pois ele sugava muito forte e as vezes "mordia" com as gengivinhas (acreditem isso dói muito). Com o passar do tempo e com prática, ele melhorou a forma de mamar e eu de amamentar. 
A cada mamada, eu me sentia mais mãe, me sentia mais parte da vida dele, pois estava fazendo algo que ninguém poderia fazer por mim. Enquanto ele saciava sua fome, eu ficava admirando, fazendo carinho, estreitando o laço materno que é tão importante.
Deus me abençoou com leite suficiente para amamentar meu filho e ainda vazava a ponto de molhar minha roupa e o protetor. Por causa disso decidi doar para o banco de leite. Porém, não consegui doar muito, pois meu filho começou a mamar mais e ai não "sobrava" para doar.

 Segundo vidro de leite que doei.


Consegui amamentar exclusivamente os 6 meses, como eu queria e meu bebê ganhou peso, cresceu super saudável e ainda ficou protegido contra várias doenças.
Muitas pessoas me criticaram, dizendo que só o leite não alimentava, que eu tinha que dar suco ou água para ele, mas nunca dei e continuei firme e forte na minha decisão.
As pessoas não sabem, mas o leite materno tem todos os nutrientes que o bebê precisa e água para matar a sede. Não existe leite materno fraco, isso é coisa de médico que quer empurrar complemento para o bebê. 
A mãe que só amamenta tem que tomar cuidado com a alimentação, pois tudo que ela ingere passa para o leite e consequentemente para o bebê.
Lactantes (mamães que amamentam) tem restrições a vários alimentos (ex: leite, chocolate, frituras, enlatados, derivados de porco, camarão, algumas frutas e outros), porque passam para o leite e de alguma forma prejudicam os lactentes (bebês). 

Durante 6 meses, fiz uma dieta rigorosa para não comer o que poderia fazer mal ao meu filho, mas agora que ele come papinha voltei a comer algumas coisas que não podia antes, mas com moderação, já que ainda amamento.
Vejo muitas mães que por algum motivo, não puderam amamentar seus filhos com exclusividade e acabaram aderindo ao leite artificial (complemento), mas já vi casos de mães que não querem amamentar por opção, porque acham que seus seios irão cair. Vi um programa na tv a cabo, onde mães adolescentes diziam que não queriam amamentar porque os seios servem para outra coisa, vergonhoso.
O que reparei vendo esse programa é que algumas mães adolescentes não sabem da importância da amamentação e dos benefícios que ela dá ao bebê e a mãe.

Amo amamentar e vou continuar até meu filho cansar. Não quero tira-lo a força. Depois ficarei com peso na consciência. Peço a Deus para que eu consiga amamentar assim novamente caso eu tenha outro filho.
A amamentação é o maior laço que existe entre a mãe e seu filho, é um laço que nenhum outro parente tem com o bebê.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Home sweet home

No dia 29/12/12, finalmente chegamos em casa e eu pude aproveitar melhor meu pequenino que só queria saber de mamar (assunto que vou falar em outro post), sujar fralda e dormir. A rotina de acordar de 3 em 3 horas para mamar estava me deixando esgotada, pois não conseguia dormir direito. 
Por falar em dormir direito, estou sonhando com uma noite inteira de sono. Não sei o que é isso há 8 meses, ele acorda duas vezes por noite para mamar (é muita fome).
Demorou um pouco para me adaptar a nova rotina, já que eu teria que fazer minha rotina de acordo com as necessidades dele e ele tinha que se adaptar ao novo ambiente que era mais claro e bem mais quente do que dentro do útero. (O calor estava insuportável).
Ao pouquinhos me adaptei a nova vida, a vida de mãe. 
Mesmo cheia de dor e com os pontos, eu fiz questão de dar o primeiro banho dele em casa, que foi lindo (pena que não tirei foto). Decidi que eu faria tudo que ele precisasse, pois essa era minha função de agora em diante.
Dia 31/12, enquanto as pessoas estavam preparando a comida das suas respectivas ceias de Ano Novo, meu marido, minha sogra e eu estávamos no laboratório com o pequenino para fazer o teste do pezinho, que não fizeram na maternidade. 
No laboratório que estávamos, não fomos bem atendidos, mas tínhamos que fazer o teste, pois tinha tempo certo para realiza-lo. Como eu estava com pontos, meu marido entro na sala de exames com o nosso baby. Enquanto ele chorava de dor por ter seus pezinhos furados, euzinha chorava na mesma intensidade que ele na recepção. Já estava desesperada, pois ele estava chorando há 1 hora e nada do bendito teste terminar. Parecia que ninguém ali nunca tinha feito aquilo antes, ou estavam com fogo de irem embora para o ano novo. 
Depois daquela agonia toda, enfim fomos para casa passar o nosso primeiro ano novo juntos, o melhor da minha vida.

O pós parto.

Depois da cirurgia, fui para o quarto esperar meu amorzinho. Eu estava grogue e parecendo um pedaço de carne, pois ainda estava anestesiada e ficaria assim as 8 horas seguintes. No dia seguinte, após passar o efeito da anestesia, finalmente levantei da cama e consegui ver meu baby com mais calma e sem estar sedada. Fiquei admirando aquele serzinho sem acreditar que ele era meu. 
Mesmo estando cheia de pontos e de dor, eu estava radiante com a chegada do meu filho. 
Todo o mal-estar, desconforto, peso ganho, dores, pontos...Ou seja, tudo que passei até aquele momento, eu passaria novamente sem mudar nadinha, só para ter meu filho como resultado final.
Tivemos que ficar na maternidade até o dia 29, para observação e nesse período recebemos muitas visitas, que vieram prestigiar o nascimento do príncipe. 
O primeiro dia do Guga foi movimentado.



O parto

O dia 27 de Dezembro de 2012 foi bastante aguardado por mim e pelos meus familiares, pois o Guguinha chegaria ao mundo.
O parto estava marcado para as 15 horas, mas o obstetra se atrasou só um pouquinho e só fui para a sala de cirurgia as 18 horas. Eu estava mega, big, power nervosa e cheia de fome, já que eu só tinha tomado café as 8 horas da manhã. Enquanto eu estava no quarto esperando para ser levada para a cirurgia, eu estava controlando meu nervosismo (na medida do possível, mas estava), porém quando o obstetra chegou e disse que estava na hora, todo aquele autocontrole foi embora e eu comecei a me desesperar.
Deitei na maca e fui levada pelo maqueiro até o centro cirúrgico. Me senti em um filme de médicos, quando o paciente está deitado e só fica vendo as luzes do teto do hospital. Cheguei na sala me sentindo uma encomenda, já que passei por um espaço na porta do centro cirúrgico que é estéril, então a maca do lado de fora não entra. A partir do momento que passei pelo tal buraco, comecei a tremer, suar frio e os sentimentos de medo, alegria e tensão se misturaram. Era alegria de saber que logo logo conheceria meu pequenino, a tensão do ambiente e principalmente medo da anestesia e de ser cortada (tenho pavor de agulha e bisturi). Quando sentei na maca para tomar a anestesia raquidiana, interiormente eu estava desesperada, doida para sair correndo (mesmo com aquele barrigão), mas tive que ir contra o meu medo e ficar lá para a chegada do pequenino. Confesso que a anestesia foi bem melhor do que eu pensei que seria, o escalpe do soro na minha veia doeu mais do que a temida anestesia na coluna. 
Anestesia dada é hora de me prepararem para a cirurgia. O bom é que a anestesia pegou muito rápido e alguns segundos depois da aplicação eu já não sentia minhas perninhas. rsrs. 
Colocaram aquele pano verde na minha frente para eu não ver nada da cirurgia, então eu fiquei imaginando o que tava acontecendo. Naquele momento eu ficava chamando meu marido para que ele fizesse parte desse momento mágico comigo. Só me acalmei quando ele chegou (mentira, não me acalmei nenhum segundo). Enquanto o obstetra me cortava e tal, o anestesista me acalmava dizendo para eu não chorar, pois ficaria com o nariz entupido (eu já tava chorando desde o momento que começaram a me abrir.)
De repente, eu senti uma pressão muito forte perto do meu peito, um puxa pra lá e puxa pra cá, pois um dos médicos estava quase subindo em cima de mim e o outro quase rasgando minha barriga para ajudar o pequenino a sair.
Quando do nada eu ouço o som mais perfeito e mais aguardado, o chorinho do meu pequenino (estou com os olhos cheios de lágrimas agora), o médico abaixou o pano e ainda com ele de cabeça para baixo, disse: Olha seu filho. Naquele momento eu chorei mais do que meu pequenino, pois estava mega feliz por finalmente conhecer o meu príncipe. Meu filhotinho veio ao mundo as 18:23 horas. Devido a minha choradeira, acabei ficando com o nariz entupido (bem que me avisaram) e tive que ser sedada, pois poderia atrapalhar o término da cirurgia. Fiquei tão grogue que quase não vi quando a pediatra levou meu baby para eu ver e meu marido tirar uma foto.
O baby foi levado para outra sala para receber os cuidados, ser medido, ser pesado e eu continuei lá para terminarem de me suturar.
Foi o melhor momento da minha vida. Nunca vou esquecer o dia mais especial que existe.  


O que é ser mãe? Ser mãe não é apenas gerar um criança. Ser mãe é gerar, cuidar, proteger, criar e amar incondicionalmente o pequeno ser frágil e indefeso, que não conhece nada desse novo mundo e cabe a você mostrar-lhe tudo.
Não sei se sou uma excelente mãe, o que sei é que me entrego 100% para essa nova função para que meu baby seja bem cuidado, bem alimentado e cresça forte e saudável.
Depois de quase 9 meses, finalmente vou começar um blog para falar dessa experiência fantástica, a maternidade. Meu pequenino nasceu dia 27/12/2012 e eu passei os 9 meses da gestação pensando e imaginando como seria ter o meu pequenino comigo, como eu seria como mãe.
Bom, posso garantir que não foi nada do que imaginei, foi muito além e melhor. Ser indispensável na vida de alguém e ser responsável por este alguém é maravilhoso. Tudo que você fizer, tem que ser feito com muito amor e carinho para que este pequeno ser possa crescer forte e saudável. Neste blog vou falar um pouco de cada etapa dessa minha nova vida e de como meu pequenino está lindo, saudável, levado e de como ele é esperto.
Uma coisa eu tenho certeza, não trocaria e nem mudaria minha vida de mãe por nada no mundo.



Gustavo Rodrigues Costa Nicândio, nasceu com 2,975 kgs e 48 cm.